"Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia. Capazes de formar grandes sofrimentos e também de remediá-los." Dumbledore
Uma das razões que me impulsionaram a investir nesse blog foi minha paixão e habilidade com a escrita. Apesar de que o auto-desprezo é uma das minhas notórias características, reconhecer minha desenvoltura com as palavras é uma coisa que faço muito bem e sem muita modéstia.
Obviamente, não posso falar da escrita sem mencionar a leitura. Se há alguém pelo qual sou grato por ter me ensinado a ler, esse alguém foi Maurício de Souza. Comecei a ler seus gibis da Turma da Mônica com cerca de 5 anos, e desenvolvi de tal forma que pulei a alfabetização por já saber ler e escrever (!). Além dos gibis sempre vivi cercado de livros, então nunca fui daquelas crianças que vivesse na rua brincando com os amigos, mas sempre imerso em casa, com obras literárias, revistas, materiais escolares, etc.
Contudo, conforme fui crescendo fui deixando de lado esse amor pela literatura. Especificamente na passagem da infância para a adolescência. Meu ritmo de leitura diminuiu consideravelmente, embora escusado será dizer que ainda assim eu deveria ler mais do que muitos de meus colegas. Claro que foi uma fase de novos gostos, especialmente o surgimento da paixão pela fantasia, expressa em meu interesse por Harry Potter e posteriormente por Percy Jackson, bem como o amor pela Turma da Mônica que não morrera - e nunca morrerá, mesmo eu tendo dado todas as minhas revistinhas a minha irmã para que ela trilhasse seus próprios caminhos na literatura de quadrinhos e livros, algo que ela está fazendo mais brilhantemente que eu até.
Porém, não foi até 2011 que eu descobri minhas habilidades na escrita.
Sempre escrevi bem. Mas duas figuras foram essenciais para meu processo de aprimoramento: Thales e Aline, meus professores de redação no 2º e 3º anos do Ensino Médio, respectivamente. Eles me incentivaram bastante a me dedicar à escrita, visto que enxergaram em mim um potencial escritor. Fosse nas dissertações, resenhas, artigos de opiniões e de vez em quando narrações (apesar de que este último sempre foi meu favorito), havia constantes elogios à minha pessoa. Isso elevou muito ânimo, ainda mais numa época crucial em que eu estava em conflito comigo mesmo.
A verdade é que ideias para livros e filmes nunca me faltaram. Sempre fui extremamente criativo. Mas só me aventurei a escrever meu primeiro livro a partir de meados de 2011, intitulado "O Destruidor de Mundos". Agora ele está completo, e se tudo der certo conseguirei uma editora para publicá-lo. Atualmente trabalho em sua sequência, intitulada "A Última Fronteira". Já fiz 1/4 deste livro, bem como uns 75% de outro chamado "As Terras do Caos", o qual é o primeiro de uma série de nome "A Saga dos Reinos", nos moldes de ASOIAF (A Song of Ice and Fire - As Crônicas de Gelo e Fogo). Sou um cara ambicioso, de visão. Tenho muitos planos. A escrita pode ser um hobby, mas sabe Deus se virá a ser meu sustento no futuro? Nada sei sobre o amanhã. Mas não quero largar mão desta atividade, não quando vejo tantos me apoiando nesse sentido. E por isso sou eternamente grato aos meus professores por terem enxergado em mim uma habilidade da qual eu mesmo não me julgava capaz.
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